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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

“Eu acho que eu não vou vim não…”

Alguns leitores desta coluna querem a minha opinião a respeito do uso do verbo ir como auxiliar na formação do futuro.
Leitor reclama: “…sinto calafrios quando ouço ou leio coisas terríveis como o comercial de um curso de inglês em que a jovem pergunta: …e você não vai vir estudar…?
Outro leitor pergunta: “É costume no sul, principalmente entre os gaúchos, usar a expressão vou ir, ou então, vinha vindo. Estas expressões estão certas?”
Na linguagem dos brasileiros, está cada vez mais frequente o uso do verbo ir como auxiliar do futuro: em vez de eu falarei, a maioria diz eu vou falar; em vez de ele jogará, preferem ele vai jogar; em vez de nós proporemos, fica melhor nós vamos propor.
Até aqui, tudo bem. Em determinadas situações, eu também prefiro o uso do verbo ir como auxiliar. Na linguagem falada, por exemplo, a forma ele vai querer é muito melhor que o horroroso ele quererá.
Entretanto, o uso excessivo do verbo ir empobrece o estilo e com alguns verbos fica no mínimo estranho.
O problema maior ocorre quando o verbo ir acompanha o próprio verbo ir ou o verbo vir. É a história do “eu vou ir” e do ridículo “eu vou vir”.
A forma eu vou ir parece redundante. Eu irei fica melhor. E a forma eu vou vir parece absurda. É melhor falar eu virei.
Agora, inexplicável é o tal do “eu vou vim”. É importante lembrar que a forma “eu vou vim” é inaceitável. Está totalmente errada. A forma “eu vou vim” simplesmente não existe.
Então, para ficar bem claro, eu vou repetir: dizer eu vou sair, ele vai viajar, nós vamos estudar…tudo bem; em vez de eu vou ir, diga eu irei; em vez de eu vou vir, diga eu virei; e nunca mais diga “eu vou vim”.
MANDADO ou MANDATO?
O leitor tem razão. Muitos confundem os parônimos (=palavras formalmente parecidas e com significados diferentes).
a) MANDATO significa “representação, delegação, poderes que os eleitores conferem aos vereadores, aos deputados, aos senadores, aos prefeitos, aos governadores e aos presidentes para os representar”. Daí, “O mandato do Presidente da República é de quatro anos”; “Querem cassar o mandato de três deputados federais”.
b) MANDADO é “o ato de mandar; ordem ou despacho escrito por autoridade judicial ou administrativa”. Portanto, uma ordem judicial é um mandado: “mandado de prisão, mandado de segurança, mandado de busca e apreensão…”

TRAGO ou TRAZIDO?
Leitora quer saber:
“Como se usa tinha trago/trazido ou havia trago/trazido?”
A forma do particípio do verbo trazer é TRAZIDO. O certo, portanto, é dizer ele tinha trazido ou ele havia trazido.
A forma trago só existe como primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo trazer e do verbo tragar: “Eu trago os meus documentos sempre comigo” e “Às vezes eu fumo um cigarrinho, mas não trago.”
Isso significa que “tinha trago” e “havia trago” são formas inaceitáveis na língua padrão.
Fato semelhante ocorre com o verbo chegar. O certo é: ele tinha chegado ou ele havia chegado. As formas “ele tinha chego” e “ele havia chego” são inaceitáveis. A forma “chego”, como particípio, não existe.
A forma chego só existe na primeira pessoa do singular do presente do indicativo: “Eu sempre chego antes da hora”.

Regência do verbo PROCEDER
Segundo o dicionário Aurélio, o verbo proceder, no sentido de “levar a efeito, fazer, executar, realizar”, é transitivo indireto.
O certo, portanto, é:
“Estamos impossibilitados de proceder ao pagamento da indenização relativa, haja vista…”

Eminente ou Iminente?
Leitor quer saber se está correta a frase: “Nessas ocasiões o clima fica tenso e as brigas são eminentes.”
O certo é: “Nessas ocasiões a clima fica tenso e as brigas são IMINENTES.”
Veja a diferença:
Eminente significa “ilustre, elevado, sublime”: “Ele é um político eminente”.
Iminente é “o que está prestes a acontecer”: “A chuva é iminente”, “Há um perigo iminente de explosão”.

Fonte: G1

Orientação Vocacional gratuita no stand da Estácio FAP

Não perca as Orientações Vocacionais no stand da Estácio FAP no Boulevard Shopping. O stand é um dos lugares mais cogitados do shopping, atendendo cerca de 50 pessoas por dia. Descontraído e ao mesmo tempo norteador para os estudantes, o stand lhe fornece informações a respeito dos Cursos, promoções, inscreve para o Vestibular Agendado e de quebra um Teste Vocacional gratuito aos sábados.

Joselle Cristina de Meneses, Assistente de RH da Labourh Recursos Humanos, explica que o objetivo da Orientação Vocacional do stand da Estácio FAP no Boulevard shopping é direcionar os alunos que estão terminando o ensino médio e em dúvida da carreira que deve seguir. “A orientação dará direcionamento a essas pessoas através dos testes psicológicos que vão resultar nas aptidões dos alunos e identificar o curso que o estudante irá apresentar mais vocação, junto com uma pesquisa de mercado para saber a demanda de emprego e renda”.

As psicólogas da Labourh estão no stand da Estácio FAP no Boulevard shopping todos os sábados das 16h às 20:30h e na Estácio FAP toda quinta-feira, não só fazendo Orientação Vocacional mas como também Cadastro de Currículo.