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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tablet


Tablets
A partir de 2012, os novos alunos e os professores dos cursos de Direito e Administração da Estácio FAP passarão a utilizar tablets como ferramenta de ensino. Ao todo, a unidade local receberá 600 tablets, que terão acesso à biblioteca virtual, aulas teletransmitidas, secretaria virtual e rede social.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Em breve

Aguardem!
Em breve um novo stand da Estácio FAP no Boulevard Shopping.
Novo stand com muitas novidades!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Segunda Graduação ou Pós?

Especialistas consultadas concordam que peso dependerá da área de atuação do profissional
A fase depois da formatura da faculdade é repleta de dúvidas. E aquelas sobre os melhores caminhos para alavancar a carreira são as mais constantes. Muitos já emendam uma pós. Outros, porém, preferem pensar nisso depois e escolhem cursar uma segunda graduação. Aqueles que estiverem entre uma dessas opções e têm a intenção de melhorar o currículo, porém, devem ficar atentos não só aos seus desejos, mas ao que pesa mais para o mercado de trabalho.

Pós ou segunda graduação?
Para cursar uma pós, alguns requisitos são necessários e o principal deles é saber exatamente o foco que o estudante quer dar para a sua carreira. Para isso, é preciso ter atuado, ainda que de maneira restrita, na área de formação.

Equilíbrio
Especialistas consultados concordam que qualquer decisão a ser tomada para definir a escolha requer uma análise da área de atuação, da empresa e dos desejos do recém-formado, ou seja, um equilíbrio. Qualquer escolha envolverá investimento de tempo e dinheiro em maior ou menor grau.
Por isso, avalie todas as variáveis, pois de nada adianta considerar apenas as necessidades da empresa na hora de escolher o que vai fazer depois da formatura.







quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dúvidas dos leitores

O inferno É ou SÃO os outros?
Rigorosamente, seria um caso facultativo: “Tudo é flores” ou “Tudo são flores”.
A realidade, porém, tem nos ensinado que a preferência pelo plural é incontestável. Entre o singular e o plural, o verbo ser concorda no plural:
“O inferno são os outros.”
“O resultado da pesquisa são números assustadores.
“A prioridade do governo são os pobres.”
“O maior problema do Rio de Janeiro são as chuvas.”
Estes dados são parte de um relatório confidencial.”

Solicitamos um talão ou caderno de cheques?
No Brasil, usamos talão de cheques. Talão de cheque pode ser também o cheque solitário, e não necessariamente o talonário.

Um milhão de reais foi gasto ou foram gastos?
As duas formas são aceitáveis.
Prefiro a concordância com o especificador:
“Um milhão de reais foram gastos neste investimento.”
“Um milhão de vacinas foram retiradas do mercado.”
“Um milhão de mulheres estão grávidas.”

Autocuidado ou auto-cuidado?
Segundo o novo acordo ortográfico, com o prefixo auto, só devemos usar hífen se a palavra seguinte começar por “h” ou por vogal igual: auto-hipnose, auto-observação…
Com as demais letras, devemos escrever sem hífen ou, como se diz popularmente, “tudo junto”.
Com as consoantes “r” e “s”, deveremos dobrar o “r” e o “s”: autorretrato, autosserviço…
Com as outras vogais, não haverá mais hífen: autoajuda, autoestima, autoanálise, autoatendimento…
Se a palavra seguinte começar com qualquer outra letra, devemos escrever sem hífen, como sempre foi: autobiografia, autocontrole, autocrítica, autodeterminação, autogestão, automedicação, automutilação, autopromoção…
Segundo a regra, deveríamos escrever “autocuidado”. O problema é que não há registro da palavra no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

Dia a dia ou  dia-a-dia?
Antes do novo acordo ortográfico, a regra era a seguinte:
a)    Devíamos escrever sem hífen quando “dia a dia” significa
“diariamente” (=expressão adverbial):
“Sua fama cresce dia a dia.”
b)    Devíamos escrever com hífen quando a expressão “dia-a-dia”
aparece substantivada (=cotidiano):
“Os atletas falam do dia-a-dia na semana decisiva.”
Segundo o novo acordo, palavras compostas que apresentem elementos de conexão só terão hífen se forem nomes ligados à zoologia ou à botânica: joão-de-barro, copo-de-leite…
Os demais compostos não terão hífen: dona de casa, fim de semana, lua de mel, pé de moleque, cara de pau, pé de cabra, passo a passo, disse me disse, sobe e desce…
Assim sendo, DIA A DIA não terá mais hífen quando usado como substantivo, com o sentido de “cotidiano”:
“Isso tudo faz parte do dia a dia do carioca”.

O uso do pronome LHE
Leitor nos escreve: “Como nordestino uso muitas vezes o pronome “lhe”. Pergunto: quando usá-lo?”
O pronome “lhe”, como complemento verbal, substitui os objetos indiretos:
“Eu não lhe obedeço.”
“Eu devo dizer-lhe a verdade.”
“Eu lhe entreguei os documentos.”
Quem decide se o objeto é direto ou indireto é o verbo. Em caso de dúvida, vá ao dicionário. Lá você vai encontrar a regência do verbo (=se pede preposição ou não).
Quem obedece obedece “a” alguém. Obedecer é um verbo transitivo indireto, por isso “eu não lhe obedeço”.
A forma “eu lhe amo” deve ser evitada na língua padrão, porque o verbo amar é transitivo direto. Pede objeto direto, por isso não poderíamos usar o pronome “lhe”.
Fonte: G1

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pleonasmos comprometem objetividade do texto dissertativo

Repetição de ideias pode descontar meio ponto na nota total da redação.
Projeto Educação dá exemplos de redundâncias que são vícios de linguagem.

 

 

Repetir ideias é um recurso útil em músicas e em comerciais, mas em uma prova de redação pode tirar pontos preciosos dos candidatos. O Projeto Educação desta terça-feira (1º) mostrou que algumas expressões muito usadas na linguagem do dia a dia são pleonasmos, ou seja, são informações redundantes que empobrecem o vocabulário e comprometem a objetividade do texto.

De acordo com a professora Fernanda Bérgamo, os pleonasmos são excessos. “Redundar é sobrar. Isso é o oposto do texto conciso, objetivo, consciente. Então a gente precisa eliminar as redundâncias”, explica. “Um erro como esse pode descontar meio ponto do total da nota da redação. E meio ponto é muita coisa”.

Fernanda Bérgamo citou alguns exemplos de pleonasmos muito usados na linguagem coloquial. Veja algumas expressões:

Há muito tempo atrás

Neste caso, o verbo haver já trata de tempo passado. “Para não oferecer esse pleonasmo, você deveria escrever ‘há muito tempo’ ou ‘muito tempo atrás’, evitando a junção do ‘há’ com o ‘atrás’ na mesma oração”, explica a professora.

Outra alternativa

A palavra ‘alternativa’ já indica que é outra. O certo seria dizer ‘uma alternativa’.

Terminantemente proibido

“Não dá para ser meio proibido”, diz Fernanda. Então podemos eliminar o ‘terminantemente’.

Vi com meus próprios olhos

“Só podemos ver se for com nossos olhos. O necessário seria ‘seus olhos’ ou ‘próprios olhos’, no caso da redação”, alerta a professora.

Idiossincrasia pessoal de cada um

“É muito pleonasmo. Idiossincrasia já significa característica pessoal. Então a palavra ‘pessoal’ está se repetindo”, explica.

Vício de linguagem x figura de linguagem

A professora ressalta que na música “Eu nasci há 10 mil anos atrás”, Raul Seixas usou o pleonasmo de forma literária, um artifício para enriquecer a rima e a melodia. Então a redundância deixa de ser um erro e passa a ser uma figura de linguagem.
 
Fonte: G1